domingo, 14 de dezembro de 2008

Esqueleto Apêndicular - Membros Superiores

Região que compreende as cinturas e os membros.

Cintura Escapular

Essa região refere – se a junção entre os membros superiores e o tronco, ou esqueleto apendicular e axial. Constituído pela escápula e pela clavícula, a primeira encontra – se a parte dorsal do tórax, envolta por musculatura que impede o contato direto com o gradil costal, enquanto que a clavícula se encontra na parte ventral do tórax, superior ao gradil costal.




Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.



Clavícula


Osso longo, que se estende da borda superior do manúbrio esternal ao acrômio da escápula, ligando dessa forma o tronco ao membro superior indiretamente através da escápula. Seus dois terços mediais são convexos anteriormente; seu terço lateral é côncavo; sua extremidade acromial é achatada; sua extremidade esternal é levemente arredondada; possui uma face rugosa voltada inferiormente e sua face lisa esta voltada superiormente.


Principais acidentes ósseos:

  • Extremidade esternal.
  • Extremidade acromial.
  • Corpo da clavícula.
  • Tubérculo conóide.
  • Linha trapezóide.
  • Impressão do ligamento costoclavícular.



Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.



Escápula

Ligada ao osso esterno pela clavícula, articula – se com o úmero pela cavidade glenóide e está situada na parede póstero – superior do tórax. Para observar sua posição anatômica, observe que sua face côncava (fossa subescapular), é anterior; sua espinha é posterior; o acrômio e a cavidade glenóide são laterais. Possui ainda bordas superior, medial e lateral e ângulos superior, inferior, lateral e acromial.

Principais acidentes ósseos:
  • Acrômio.
  • Fossa supra – espinhal.
  • Fossa infra – espinhal.
  • Espinha da escápula.
  • Processo coracóide.
  • Fossa subescapular.
  • Cavidade glenóide.

Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

Osso do braço

Úmero

Osso longo, articula – se superiormente com a cavidade glenóide da escápula, e inferior ou distalmente, com o rádio lateralmente; e com a ulna medialmente. Para e obter a posição anatômica quando o osso esta desarticulado, preste atenção na cabeça, deve estar superior com a face articular voltada medialmente, com os tubérculos anteriores separados pelo sulco intertubercular.

Principais acidentes ósseos:

  • Cabeça do úmero.
  • Tubérculo maior.
  • Tubérculo menor.
  • Sulco intertubercular.
  • Colos anatômicos e cirúrgicos.
  • Tuberosidade deltóidea.
  • Capitulo.
  • Tróclea.
  • Fossa do olécrano.
  • Face lateral.
  • Epicôndilo medial.
  • Fossa coronóide.
  • Fossa radial.


Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

Ossos do Antebraço

Rádio

Também osso longo, encontrado lateralmente no antebraço, articula – se proximalmente pela concavidade da cabeça do rádio, com o capítulo do úmero, a circunferência articular da cabeça do rádio articula – se com a incisura radial da ulna. Distalmente articula – se com os ossos do carpo por meio da face articular do carpo e com a ulna por incisura ulnar. Sua extremidade maior é colocada distalmente, com sua face côncava e lisa voltada anteriormente e o processo estilóide distal e lateral. A tuberosidade radial deve ser colocada medialmente.


Principais acidentes ósseos:

  • Cabeça do rádio.
  • Circunferência articular da cabeça do rádio.
  • Tuberosidade radial.
  • Margem ou borda interóssea.
  • Face anterior, lateral e posterior.
  • Incisura ulnar (medial).
  • Face articular do carpo.
  • Processo estilóide (lateral).
  • Colo do rádio.

Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.


Ulna

Osso localizado medialmente no antebraço, proximalmente, articula – se com a tróclea, do úmero pela estrutura denominada incisura troclear. Ainda proximalmente , articula – se com o rádio, por meio da incisura radial, na qual gira a circunferência da cabeça do rádio (movimentos de pronação e supinação). Distalmente, a face inferior da cabeça da ulna articula – se com o disco articular, que a separa dos ossos do carpo. A porção lateral da cabeça (circunferência articular da cabeça), articula –se com a incisura ulna do rádio (movimentos de pronação e supinação). Par achar sua posição anatômica coloca – se a grande incisura voltada anteriormente e a borda interóssea cortando o osso lateralmente. O processo estilóide é posicionado distal e medialmente.

Principais acidentes ósseos:

  • Processo coronóide.
  • Incisura troclear.
  • Incisura radial. Olécrano.
  • Borda interóssea.
  • Cabeça da ulna.
  • Circunferência articular da cabeça da ulna.
  • Processo estilóide.


Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.


Ossos das Mãos

Carpos

A região denominada carpo é composta por oito ossos dispostos em duas fileiras.

Primeira fileira ou fileira proximal (de lateral para medial) – Escafóide; apresenta anteriormente um tubérculo e posteriormente um sulco. Semilunar; recebe esse nome por ter a forma de uma meia lua. Piramidal; tem a forma de uma pirâmide. Pisiforme; é o menor dos ossos do carpo, localiza – se na face anterior do piramidal, em alguns casos esta aderida. A fileira proximal articula – se com o rádio (exceto pisiforme).

Segunda fileira ou fileira distal ( de lateral para medial) – Trapézio; recebe este nome pelo formato de um trapézio, possui uma protuberância em formato de sela, que se articula com a base do primeiro metacarpo. Trapezóide; formato de um trapézio, porém menor, mais largo dorsal do que ventralmente. Capitato; é o maior dos osso do carpo. Hamato; facilmente reconhecido pelo seu gancho. Além da articulação entre si, a segunda fileira articula – se proximalmente com os ossos da primeira fileira e distalmente com os ossos do metacarpo.

METACARPOS

Numerados de I a V de lateral para medial, articulam – se com os carpos, proximalmente e com as falanges distalmente, os quatro metacarpos mediais ainda se articulam entre si por meio de sua bases.

FALANGES

Cada dedo possui três falanges, com exceção do polegar, que possui apenas duas. As falanges são ditas proximais, médias e distais.







Fonte: SOBOTTA, J. Atlas de Anatomia Humana, 22ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

A cada conteúdo postado comentarei o livro de onde as figuras foram tiradas. As figuas acima como podemos ver na citação vieram do Sobotta, Atlas de Anatomia Humana, um livro magnífico, vale a pena ser adquirido, os alunos sempre fazem a mesma pergunta: É caro? A resposta seria sim, para a realidade de um estudante universitário, porém, é barato se contarmos o fato de ser um livro para a vida toda! É uma obra de arte e super completo. A matéria foi retirada de vários outros autores que estarei comentando no decorrer das postagens. Existem downloads do livro espalhados pela internet, porém, nada como ter o livro em mãos, cada um defende o seu tipo de opinião, nunca vi um aluno estudar de verdade na frente de um computador, até porque hoje em dia com msn, orkut e balélas a mais, isso se torna quase que impossível... Nós sabemos! E tem mais, vai ter que fazer impressão do livro que se torna oneroso do mesmo jeito... Enfim, se tiver grana, compre!

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